Como já diz o jornalista José Armando Vannucci “gosto de texto, das intenções de uma palavra, da montagem perfeita de frases para se comunicar com alguém”.
A comunicação, a leitura faz parte da nossa vida como educador, mas me pergunto de onde surgiu o gosto pelas letras e pelas palavras?
No meu caso desde muito jovem, sempre gostei muito de ler e principalmente escrever.
Quando a moda dos diários chegou, lá pelos anos oitenta eu me encontrei, escrevia todos os dias em meu diário tanto prosa como verso, contava tudo, todos os acontecimentos e o guardava a sete-chaves, para que ninguém o lesse.
No total escrevi por uns dez anos, foram tantas histórias que hoje poderiam virar um livro de memórias. Alguns escritos guardo comigo até hoje, mas outros se perderam no meio do caminho, assim é a nossa vida, uma longa história que temos a contar.
Sempre incentivei meus alunos a escreverem e a lerem principalmente e muitos seguiram a carreira do magistério, e sempre me contam que se inspiraram nas aulas de LP.
Ano passado meus alunos escreveram um livro de poemas, cada um deu um pouquinho de si nesses poemas. Foi uma experiência muito enriquecedora, trabalhar a leitura e a escrita de uma maneira diferente, estar mais perto desses jovens e incentivá-los a gostarem das letras e da Língua Portuguesa.
Como já citei em um comentário acima, o livro que marcou muito a minha infância foi “A marca de uma lágrima” do escritor Pedro Bandeira. Um livro emocionante que faz nossa alma viajar.
Grande abraço!
Maria Fernanda

Maria Fernanda, o livro A marca de uma lágrima marca a experiência leitora dos adolescentes.
ResponderExcluirVerdade Margaret.
ResponderExcluirEu viajei muito na imaginação lendo esse livro e me identificando com algumas personagens.